domingo, 21 de junho de 2009

HISTORIAS MUSICAIS...& ARNALDO uma curta historia


Conheci Arnaldo Baptista,...encontrei em diversas oportunidades, como fã,...com seu Jeep do exercito em plena época de repressão do governo militar todo produzido com Rita Lee ao seu lado ...como colaborador no Festival de Águas Claras Bauru/SP , sentado direto dia e noite em uma barraca nylon na fazenda tocando baixo noite e dia , ... todos esperando quando seria o grande momento do Arnaldo que ele itia tocar...isso nunca aconteceu...!!!
na época ele tinha uma relaçao com a minha amiga Claudia, que depois casou-se com o baixista da Blitz...faz muito tempo...!!!Depois voltaria a encontra-lo em sua casa na Vila Mariana,quando realizamos contato com ele para convidá-lo a tocar Balada de um Louco...no show de abertura (sem a Patrulha do Espaço...que acompanhava o Arnaldo...imposiçao de alquém...)...Volta Europa,do Mutantes...o pior show que vi...o fã da banda virava produtor (junto com Índio, Jorge e Babalu...amigos de faculdade...e o Lourenço....(isso é outra historia)...Ele nos receberia em sua casa com um sobretudo preto ,com muita generosidade com voz silenciosa... ambiente todo escuro, com velas em todos o lugares da casa ... chamou-me atenção...Arnaldo o super Mutante, transbordava mistério e gentileza...na epoca era um dos produtores junto com o Lourenço no Show do Anhembi ...3.000 pessoas ...casa cheia...recordo-me que antes de adentrar ao palco ... estava deitado no camarim ,vestido com malha azul prateada, segurando em incenso,nas mãos...como um anjo, tinha na face desenhada uma gota... uma lagrima azul ... sua cabeça estava apoiada no colo de uma loira muito carinhosa com ele , parecida com a Rita,... ela realizava carinhos bem suaves com cuidados bem especiais, demonstrava muito amor e suavidade...chequei bem próximo ... falei bem baixinho...no seu silencio ...Arnaldo ...esta na hora... levantou-se de forma lenta e contida da sua concentração ,.... e foi para o palco... levitando ... tocou,tocou,tocou ...como nunca...! Anhembi...foi ao delirio gritando seu nome...o anjo azul vencia...!
Depois fiquei sabendo do seu vôo, para a liberdade...do 4º andar...ou 4ª dimensao... Hoje resgatam a sua produçao musical que sempre foi um brinde ...um musico solitário e criativo ... mais do que merecido... a memória rara de uma pessoa ......Viva Arnaldo!!!!!!! que a historia respeite a luz rara que sempre foi um mutante verdadeiro, que foi e continua sendo...que contribuiu para uma geração silenciosa ..da qual faço parte...!
Sábado fui ver LOKI ...fiquei emocionado... lagrimas rolaram...saúdo o amigo que demonstrou carinho pelo amigo de infância ...... da Lucinha ,uma verdadeira Amazonas...que produziu o filme, e ao diretor, pela vontade de ser correto ... Arnaldo... bom ver que você conquistou a sua liberdade...

Geraldo Costa

sexta-feira, 19 de junho de 2009

HISTORIAS MUSICAIS


BANDINHA DI DÁ DÓ


& BALKÂNICA – a festa



A performática banda dos palhaços mais famosos dos palcos alternativos se apresenta dia 19 de junho, sexta, no Porão do Beco.



Com produção do “Teatro do Beco” esta festa-show é o lançamento da BALKÂNICA em Porto Alegre, uma festa temática com muito rock cigano e músicas do leste europeu.



A exemplo das festas que estão fazendo a cabeça dos portenhos, paulistas e cariocas, a BALKÂNICA vem com força para o sul, com a proposta de DJs e shows com bandas de estilo diferenciado. No set estão as músicas exóticas e dançantes de Gogol Bordello, Goran Bregovic, Emir Kusturica e muitos outros balkan beats, discotecados pelos DJs da casa, Schutz e Machuca, e pelos estreantes DJs da Balkânica, Estevan Cunha e Liliane Pereira, que também é a criadora da festa.






Festa Teatro do Beco
Quando: 19 de junho, sexta-feira.
Hora: 23h.

Ingressos: R$ 15 e R$10 (estudantes, classe artística e lista do site)
Onde: Porão do Beco – Av. Independência, 936
Mais informações: www.teatrodobeco.blogspot.com





ATRAÇÕES DA NOITE



· Espetáculo-show com Bandinha Dí Dá Dó

· Lançamento da Festa Balkânica

· Performance de Heinz Limaverde

· Exposição fotográfica de Fernanda Chemale

· Malabarismos com O Palhaço

· Jaqueline Bueiro como mestre de cerimônias

· Performances circenses ao longo da noite

· DJs Schutz + Machuca

· DJs Bande à part (Camom, Analu + Fêcris)

· DJs da Balkânica: Estevan Cunha, Liliane Pereira + Mauro Bruzza


***
Liliane Pereira
www.gamana.art.br
Porto Alegre/RS
(51) 9255 4725 I 3072 4224

terça-feira, 16 de junho de 2009

HISTORIAS MUSICAIS /LEE MICHAELS & HOT TUNA


HISTORIAS MUSICAIS

16/06/2009

21:00 hs


http://www.ufrgs.br/radio/


RADIO AM 1080










HOT TUNA
Banda estado-unidense formada pelo baixista Jack Casady e o guitarrista Jorma Kaukonen como uma versão acústica do Jefferson Airplane.
John William Casady (Washington D.C., 13 de abril de 1944) é um músico estado-unidense, notável por ter sido integrante da banda de rock Jefferson Airplane.
Tocando originalmente como guitarrista da banda de rhythm and blues The Triumphs, Jack Casady trocou para o baixo durante o ensino médio, tocando no suporte de artistas como Little Anthony and the Imperials e Ray Charles. Com a saída do baixista original da banda, Bob Harvey, tornou-se baixista do Jefferson Airplane quando o guitarrista Jorma Kaukonen o convidou em setembro de 1965, um amigo de colégio e antigo guitarrista do The Triumphs.
O Airplane tornou-se o primeiro expoente do som de São Francisco. Casady explorou o som do baixo, o que foi evidenciado desde o primeiro álbum da banda, Jefferson Airplane Takes Off (1966).
Jorma Ludwik Kaukonen Jr. (Washington D.C., 23 de dezembro de 1940) é um guitarrista estado-unidense de blues, música folk e rock, conhecido por ter sido um dos fundadores da popular banda psicodélica Jefferson Airplane.
Kaukonen aprendeu a tocar guitarra ainda adolescente em Washington D.C.. Junto com baixista Jack Casady formaram a banda The Triumphs. Ele deixou a cidade para estudar, e em 1962 mudou-se para a área de São Francisco, inscrevendo-se na Universidade de Santa Clara. Durante esse período, lecionava guitarra em uma pequena loja de música da região. Convidado a reunir-se no Jefferson Airplane por Paul Kantner, o músico animou-se com o arsenal de efeitos disponíveis na guitarra elétrica.




























LEE MICHAELS










Nascido em 24 novembro de 1945, em Los Angeles, Califórnia, desempenhando no órgão Hammond, piano, violão e (mais vocais), ficou conhecido por seu hit de 1971 Top 10, "Do You Know What I Mean".
Michaels iniciou sua carreira com The Sentinals, em Saint Louis com um grupo de surf music que incluía Merrell Fankhauser e o baterista Johny Barbata ( Jefferson Airplane, e Jefferson Starship). Michaels junto com Barbata no The Strangers, um grupo liderado por Joel Scott Hill, antes de se mudar para San Francisco. Em 1967, assinou um contrato com a A & M Records.
Lee atualmente possui uma cadeia de restaurantes, chamado Killer Shrimp, em torno de Southern Califórnia. Aparentemente, depois de uma viagem para Nova Orleans, Michaels inventado um prato que seus amigos gostaram bastante para exortá-lo a abrir um restaurante. Lee publicou recentemente o seu site pessoal , diz: "A maioria das coisas sobre este site tem pouco e tudo a ver com música. Seu apenas um lugar para ventilação e vender alguma merda. Depois de olhar para todo o meu site. .. nunca iria imaginar que um eu tenho uma canção no meu coração "...


EQUIPE


GERALDO COSTA

GUTO VILANOVA

CLEBER MENDES

quarta-feira, 10 de junho de 2009

HISTORIAS MUSICAIS 3 PERSONAGENS E O TANGO







HISTORIAS MUSICAIS

10/06/2009

21:00 hs


http://www.ufrgs.br/radio/


RADIO AM 1080


ROQUE ARAUJO VIANA

O rádio tem a cor da imaginação, que é a cor, pra mim, mais linda que existe, porque o ouvinte recria, cria suas próprias imagens conforme o que está ouvindo". A frase é de Roque Araújo Viana, apresentador de rádio, ator de cinema e radionovela e produtor musical. Nascido no dia 14 de agosto de 1927 em Montenegro, Roque Araújo Viana começou como ouvinte de clássicos do rádio, como o programa humorístico Serões da Dona Genorosa, que dava a impressão de uma família reunida ao redor de uma mesa de jantar, onde conversavam sobre qualquer assunto, tocavam violão e piano. Ouviam também emissoras rio-platenses (da Argentina e do Uruguai), que entravam facilmente no Rio Grande do Sul. As rádios El Mundo, de Buenos Aires, e Calle, de Montevidéu, motivaram Roque a projetar um futuro de sucesso para o tango e as músicas típicas do Cone Sul.
Em 1952, Roque Araújo Viana fazia teatro amador, quando um dia foi convidado pelo diretor Silva Filho para integrar o elenco de radioatores na rádio Itaí, onde permaneceu por dois anos. Em seguida, em 1954, a rádio Gaúcha convida Roque a integrar o elenco da novela Cuidado com o destino, em que tinha sempre o papel de galã, devido a sua entonação de voz. Anos mais tarde, já na televisão Gaúcha (década de 60), Roque estreou a peça A morte não marca o tempo. Curiosamente, o texto dessa dramatização televisiva trazia o mesmo texto da radionovela com a qual ele iniciou como radioator na Rádio Gaúcha. Ao longo de sua carreira nas radionovelas, atuaram com Roque diretores como Pepê Hornes, Walter Ferreira, que mais tarde foi para a Rádio Nacional (RJ), e radioatores como Leonor de Souza, Jana de Souza e Elmar Hugo.

ÁSTOR PANTALEÓN PIAZZOLLA

Mar del Plata, 11 de março de 1921 — Buenos Aires, 4 de julho de 1992 foi um bandeonista e compositor argentino.Compositor de tango mais importante da segunda metade do século XX, estudou harmonia e música erudita com a compositora e diretora de orquestra francesa Nadia Boulanger, que foi aluna de Sergei Rachmaninoff. Em sua juventude, tocou e realizou arranjos orquestrais para o bandoneonista, compositor e diretor Aníbal Troilo.Quando começou a fazer inovações no tango, no ritmo, no timbre e na harmonia, foi muito criticado pelos tocadores de tango mais antigos.
Ao voltar de Nova Iorque, Piazzolla já mostrava a forte influência do Jazz em sua música, estabelecendo então uma nova linguagem, seguida até hoje. Quando os mais ortodoxos, durante a década de 60, bradaram que a música dele não era de fato tango, Piazzolla respondia-lhes que era música contemporânea de Buenos Aires. Para seus seguidores e apreciadores, essa música certamente representava melhor a imagem da metrópole argentina.
Piazzola deixou uma discografia invejável, tendo gravado com Gary Burton, Tom Jobim, entre outros músicos que o acompanharam, como o também notável violinista Fernando Suarez Paz. Algumas de suas composições mais famosas são Libertango e Adiós Nonino. Libertango é uma das mais conhecidas, sendo que esta e constantemente tocada por diversas orquestras de todo o mundo.
A canção Adiós Nonino, outra das mais conhecidas composições, foi feita em homenagem a seu pai, quando este estava no leito de morte, Vicente “Nonino” Piazzolla em 1959. Após vinte anos, Astor Piazzola diria “Talvez eu estivesse rodeado de anjos. Foi a mais bela melodia que escrevi e não sei se alguma vez farei melhor.” Por muito tempo recusou escrever ou encaixar textos a sua grande obra-prima, porém, aceitou a proposta da cantora argentina Eladia Blásquez que lhe apresentou um poema que havia escrito soba a versão musical, e ele, comovido, concordou. Insta consignar que Eladia renunciou qualquer direito autoral, enaltecendo ainda mais a grande obra do tango.

YO-YO MA

Nasceu na França numa família de origem chinesa com forte influência musical. Sua mãe, Marina Lu, era cantora, e seu pai, Hiao-Tsiun Ma, era maestro e compositor. Ma começou estudando violino e depois viola, antes de se interessar pelo violoncelo, instrumento que começou a manipular aos quatro anos de idade, com seu pai. Depois de um primeiro concerto em Paris, aos seis anos de idade, a família de Ma se muda para Nova York.
Ma era uma criança prodígio, tendo aparecido na televisão norte-americanda com oito anos de idade, em um concerto conduzido por Leonard Bernstein. Ele entrou para a Juilliard School (na qual tinha aulas com Leonard Rose), e passou um semestre estudando na Universidade de Columbia antes de se matricular na Universidade de Harvard, mas se questionava sobre se valeria a pena continuar a estudar até que, nos anos 70, o estilo de Pablo Casals o inspirou.
Retorna à França para tocar com a Orquestra Nacional da França e com a Orquestra de Paris, sob a direção de Myung-Whun Chung.
Já desde sua infância e adolescência, Ma possuia uma fama bastante estável e havia tocado com algumas das melhores orquestras do mundo. Suas gravações e interpretações das Suites para violoncelo solo de Johann Sebastian Bach são particularmente aclamadas.
Yo-Yo Ma é habitualmente citado pela crítica como o "o mais omnívoro de todos os cellistas" e de fato possui um repertorio muito mais eclético do que é esperado para um instrumentista erudito.
Ma já apresentou e gravou um sem-número de peças de música barroca e de outras escolas da música clássica, em instrumentos de época ou modernos. Compõem também seu repertório peças de música tradicional e popular, como por exemplo a trilha sonora do filme O tigre e o dragão. Tangos argentinos de Astor Piazzola, música brasileira, e a partitura minimalista de Philip Glass para Naqoyqatsi.
Seu último disco (As of 2006) é o resultado da colaboração de Ma com vários outros músicos, para a trilha sonora do filme Memórias de uma Gueixa.
Yo-Yo Ma habitualmente se mostrou aberto a formas musicais distintas da música erudita e clássica, como o jazz e o tango. Além disso, também costuma incorporar a seus trabalhos formas de musicalidade tradicionais e primitivas, quando, por exemplo, toca com membros do povo das savanas do Kalahari na África.
Ma também patrocinou os primeiros anos da Orquestra East-Western Divan (fundada por ele e Edward Said), orquestra árabe-israelense dirigida por Daniel Barenboim (cujo nome divan, em árabe quer dizer encontro).

NOSSA HOMENAGEM A ROQUE ARAUJO VIANA
EQUIPE HM

GERALDO COSTA
GUTOVILLANOVA
CLEBER MENDES

terça-feira, 2 de junho de 2009

HISTORIAS MUSICAIS/Buenos Aires - Balneário Camboriú





Buenos Aires - Balneário Camboriú
15 mil milhas náuticas

Velejar não é simplesmente entrar num veleiro e partir mar adentro. Requer
conhecimento teórico e prático, disciplina, poder de improvisação e
amor pela natureza e por aventura.

Para mostrar um pouco da fascinante vida no mar, o capitão Centauro Navegador
nos conduz numa viagem através da narração de suas experiências, enriquecida
com a participação da capitã Elisete de Souza, filmes e imagens de
Paulo Cabral e trilha sonora do cravista Fernando Cordella.


Com Centauro Navegador, Elisete Pereira de Souza,
Fernando Turconi Cordella, Paulo Cabral


ENTREVISTA COM PAULO CABRAL
trilha sonora do cravista Fernando Cordella

HISTORIAS MUSICAIS

03/06/2009

21:00 hs


http://www.ufrgs.br/radio/


RADIO AM 1080


EQUIPE


GERALDO COSTA
GUTO VILLANOVA
CLEBER MENDES

terça-feira, 26 de maio de 2009

HISTORIAS MUSICAIS/ODISSEIA













Lançamento da Revista Odisséia

A revista odisséia, organizada e produzida por Manuela Eichner e Romy Pocztaruk, é uma revista de proposições artísticas trimestral impressa em offset “à moda antiga” com tiragem limitada de 150 exemplares. Nesta primeira edição foram convidados artistas de diversos lugares do Brasil para criar um trabalho específico com o tema proposto: a odisséia. O material da revista está disponível no blog www.revistaodisseia.wordpress.com

Sintam-se livres para explorar, imaginar, delirar sobre essa pequena-grande palavra que perpassa Ulisses e encontra o extraordinário. Odisséia!

Quando: 28 maio 2009 às 19:30h
Onde: Travessa do Venezianos n.30 (onde ocorre a feira de arte Desvenda)


www.revistaodisseia.wordpress.com

HISTORIAS MUSICAIS

27/05/200

21:00 hs

DEEP PURPLE E ROYAL PHILHARMONIC ORCHESTRA PARTE 2

http://www.ufrgs.br/radio/


21:00 HS


RADIO AM 1080



EQUIPE


GUTO VILLANOVA
GERALDO COSTA
CLEBER MENDES

terça-feira, 19 de maio de 2009

HISTORIAS MUSICAIS /DEEP PURPLE E ROYAL PHILHARMONIC ORCHESTRA














HISTORIAS MUSICAIS



20/05/200

21:00 hs



DEEP PURPLE E ROYAL PHILHARMONIC ORCHESTRA


O Deep Purple é uma banda de hard rock da Inglaterra, Reino Unido, surgida em 1968 e considerada uma das criadoras do heavy metal e do hard rock, embora o próprio conjunto rejeite qualquer rótulo. Contemporânea de grupos como Led Zeppelin, Black Sabbath e Uriah Heep, a marca da banda sempre foi a mistura de guitarra e teclado, com riffs simples e fortes e solos vigorosos. Sua canção mais conhecida é Smoke on the Water, gravada em 1972.
Para quem não é exatamente um fã do Deep Purple parece complicado acompanhar as formações da banda. Vários dos mais talentosos músicos do rock passaram pelo grupo, e, por causa disso, cada formação tem elementos distintos em sua sonoridade. A árvore genealógica do conjunto alcança as principais bandas do rock inglês dos anos 60 e 70 e, com poucos passos, chega ao jazz (Tommy Bolin, o segundo guitarrista do Deep Purple, tocou em um disco do baterista Billy Cobham, que tocou com Miles Davis).
Os projetos que já vinham ocorrendo, porém, continuaram. O terceiro disco tinha acabado de ser lançado na Inglaterra quando a nova formação, com sua proposta sonora mais ousada, estreou. Jon Lord também estava finalizando seu Concerto for Group & Orchestra, que seria apresentado no Royal Albert Hall, com a Royal Philharmonic Orchestra, no dia 24 de setembro. Nesse dia, além de mostrarem o novo tipo de composição idealizado por Lord (unindo as linguagens da música erudita e do rock), os ingleses de todas as classes sociais conheceram Child in Time, composta ainda em Hanwell. A composição mostra tudo o que a nova formação trazia de novo em relação à anterior: mudanças de ritmo, solos poderosos, gritos de banshee. O novo Deep Purple era elétrico e explosivo, e isso ficaria muito claro no primeiro disco da nova formação - In Rock, lançado em abril de 1970. Os ingleses puderam conhecer faixa por faixa do novo disco via BBC durante os vários meses que levaram ao lançamento. Conheceram inclusive faixas inéditas, como Jam Stew, e uma versão primitiva de Speed King chamada Kneel and Pray, com uma letra completamente diferente e muito mais maliciosa do que a conhecida e cantada até hoje.




http://www.ufrgs.br/radio/


21:00 HS


RADIO AM 1080



EQUIPE


GUTO VILLANOVA
GERALDO COSTA
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